Citogenética e Citogenômica - DB Molecular

A investigação cromossômica é fundamental para o diagnóstico de condições genéticas, alterações do desenvolvimento, infertilidade, abortos de repetição e doenças onco-hematológicas.

No DB Molecular, citogenética clássica e citogenômica atuam de forma integrada para avaliar alterações cromossômicas em diferentes níveis de resolução, apoiando decisões clínicas mais assertivas.
Investigação cromossômica - DB Molecular
Quando a investigação cromossômica é indicada

Quando a investigação cromossômica é indicada

  • Suspeita de síndromes genéticas;

  • Atraso do desenvolvimento e malformações congênitas;

  • Infertilidade e abortos de repetição;

  • Doenças onco-hematológicas.

Dois olhares complementares
sobre o genoma

Citogenética clássica

enxerga o todo
Avalia o número e a estrutura dos cromossomos, oferecendo uma visão ampla e essencial para a identificação de alterações cromossômicas em larga escala.

Citogenômica

explora os detalhes
Utiliza técnicas de alta resolução para aprofundar a análise cromossômica, detectando variações genômicas submicroscópicas não identificáveis pela citogenética convencional.
Principais aplicações clínicas
Citogenética clássica
  • Aneuploidias;
  • Rearranjos cromossômicos equilibrados;
  • Alterações estruturais visíveis à microscopia;
  • Investigação pré-natal;
  • Alterações onco-hematológicas.
Citogenômica
  • Variações no número de cópias (CNVs);
  • Síndromes de microdeleção e microduplicação;
  • Atraso do desenvolvimento e deficiência intelectual;
  • Malformações congênitas múltiplas;
  • Casos com fenótipo sugestivo e cariótipo normal.
Integração que gera valor clínico

A atuação integrada entre citogenética e citogenômica permite:

Detecção mais sensível e específica de alterações cromossômicas;

Melhor interpretação dos achados laboratoriais;

Diagnóstico mais completo e clinicamente relevante

Maior apoio à tomada de decisão clínica e aconselhamento genético

Como aplicar na prática clínica

Quando iniciar pela citogenética

Quando avançar para citogenômica

Quando integrar as abordagens

Em casos complexos, a associação entre citogenética e citogenômica amplia a detecção de alterações cromossômicas e fortalece a interpretação clínica dos achados.

Exames disponíveis

Citogenética

<
  • Cariótipo constitucional CARBG, CARBG1, CARBG5
  • Cariótipo pré-natal CARBL, CARO
  • Cariótipo onco-hematológico CARBM
  • FISH FBCABL, PMLRA, PMIEL

Citogenômica

<
  • Array genômico cromossômico CGH, CGHRO, CGHLA

Diferenciais do DB Molecular

Agilidade que impacta
a conduta clínica

Achados críticos liberados em até 72 horas, permitindo início precoce da conduta em leucemias agudas.

Maior segurança
diagnóstica

Processos padronizados e automação que ampliam a confiabilidade dos resultados.

Integralidade

Jornada integrada para exames onco-hematológicos, com interação fluida e em tempo real para pacientes que realizam toda a investigação no DB, do mielograma à imunofenotipagem e citogenética.

Suporte médico
especializado

Discussão técnica direta com a equipe para auxiliar na interpretação e tomada de decisão clínica.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre cariótipo constitucional e cariótipo hematológico? +

O cariótipo constitucional avalia o conjunto cromossômico presente desde o nascimento, sendo utilizado na investigação de malformações congênitas, atraso do desenvolvimento, infertilidade e perdas gestacionais. Geralmente é realizado em sangue periférico ou outros tecidos não tumorais.

O cariótipo hematológico avalia alterações adquiridas ao longo da vida, presentes apenas nas células da medula óssea ou do sangue em doenças como leucemias e síndromes mielodisplásicas. Essas alterações ajudam no diagnóstico, prognóstico e definição terapêutica.

Qual a diferença entre cariótipo e array (citogenômica)? +

O cariótipo avalia alterações cromossômicas visíveis ao microscópio, como translocações e aneuploidias.

O array detecta perdas e ganhos submicroscópicos de DNA, não identificáveis ao cariótipo.

Os exames são complementares e indicados conforme a suspeita clínica.

O cariótipo normal exclui doença genética? +

Não necessariamente. Algumas alterações são pequenas demais para visualização microscópica e podem ser detectadas pela citogenômica (array).

Quando indicar citogenômica em vez de cariótipo? +

A citogenômica é especialmente útil em malformações congênitas, atraso do desenvolvimento, TEA e investigação pós-natal quando se suspeita de microdeleções ou microduplicações.

O cariótipo hematológico precisa ser feito em medula óssea? +

Depende da suspeita clínica. Em doenças hematológicas, a medula óssea costuma oferecer maior sensibilidade diagnóstica, mas alguns casos podem ser avaliados em sangue periférico.

É possível acompanhar evolução da doença hematológica pelo exame de cariótipo? +

Sim. A citogenética permite comparar clones ao longo do tempo, identificando progressão, recaída ou resposta terapêutica.

O laboratório discute casos com o médico assistente? +

Sim. A equipe técnica está disponível para esclarecimentos e discussão diagnóstica sempre que necessário.

Qual a resolução do cariótipo e qual sua importância? +

O cariótipo apresenta resolução média entre 400 e 550 bandas ou 5 a 10mb podendo alcançar níveis mais altos conforme a qualidade da metáfase e a indicação clínica.

Essa resolução permite identificar alterações numéricas e estruturais dos cromossomos, como translocações, inversões e aneuploidias.

Mesmo com menor detalhamento em relação ao array, o cariótipo permanece essencial por detectar alterações balanceadas — frequentemente definidoras de diagnóstico e prognóstico em doenças hematológicas — que não são identificadas pela citogenômica.

Por isso, cariótipo e array são exames complementares, e não substitutos.

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